Mostrando postagens com marcador Universidade Desenvolvimento Regional e Nacional (Prof Joel Felipe). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universidade Desenvolvimento Regional e Nacional (Prof Joel Felipe). Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

QUE TAL CONHECER UM POUCO COMO FOI O FIM DO NOSSO COMPONENTE CURRICULAR UDRN?



As aulas se findaram e como mencionei aqui, apresentamos o nosso trabalho de conclusão do Componente Curricular. Irei descrever brevemente como é composto o nosso trabalho e disponibilizarei o arquivo do projeto para leitura (a cópia e reprodução estão proibidas) e o link do nosso documentário.

·         Conheça a introdução do nosso projeto “O Elo De Esperança: conservar e restaurar a Mata Atlântica” e caso tenha interesse, acesse o arquivo para leitura na íntegra.

Floresta Mata Atlântica, um bioma que é duas vezes maior que a França, mais de três vezes maior que a Alemanha, incumbido de cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, abriga mais que 60% de toda a população brasileira, está presente em cerca de 3.429 municípios de diferentes estados e é um dos lugares onde encontra-se maior diversidade vegetal do mundo além de dispor da maior dimensão dos solos mais férteis do Brasil. Entretanto, nem a sua imensurável riqueza, mencionada de forma sucinta, tem sido suficiente para protegê-lo da devastação antrópica irracional.
À vista disso, o presente estudo pondera no que diz respeito ao “elo de esperança” do bioma. Elo este, integrado pela conservação das áreas naturais remanescentes e pela restauração daquilo que erroneamente foi devastado. Posto isso, em primeiro plano, discutimos a corrente situação integral do bioma, apresentando, brevemente, algumas das falhas e acertos dos mais de 78 mil km² de áreas protegidas de mata, sem contar, ainda, as várias unidades de conservação municipais, as quais deterão ligeiramente a nossa atenção, dado que, de acordo uma pesquisa promovida pela Fundação SOS Mata Atlântica, o estudo pioneiro brasileiro a respeito das áreas protegidas nos municípios, mostrou que as UCs (Unidades de Conservação) municipais, a despeito das suas importâncias, são quase imperceptíveis no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
Concomitantemente, mostramos, parcialmente, o notável trabalho realizado por instituições como a Rede Mata Atlântica, que é composta por mais de 130 ONGs que trabalham sinergicamente em prol do combate aos desmatamentos e à destruição dos remanescentes do bioma, permitindo a implantação de políticas públicas para sua conservação e restauração. Da mesma maneira, destacamos os serviços à sociedade feitos por entes como, o Mecenas da Vida, que nos proporciona, sobretudo, um turismo ecológico, fundamentado na neutralização do CO2 que produzimos, o Instituto Floresta Viva que atua pela preservação da Mata Atlântica no Litoral Sul baiano, a Redes da Mata que promove o associativismo na produção e no consumo de produtos orgânicos, oferecendo, além de muitas outras coisas, uma alternativa ao desmatamento à subsistência comumente realizado, o Clickarvore, o Vidágua, dentre outras corporações que conspiram a favor do “elo de esperança” da mata. Ainda assim, discutiremos algumas propostas de ações positivas para conservação e restauração da Mata Atlântica nos estados e municípios.
Perpassando por um viés constitucional, discutimos, concisamente, o histórico das normas ambientais brasileiras, indo do descobrimento até a Conferência de Estocolmo de 1972, que estreou uma nova percepção da proteção ambiental abrindo as portas para inúmeras outras legislações. Igualmente, apresentaremos um pouco da nossa legislação ambiental que já foi considerada uma das mais avançadas do mundo.
 Analogamente, problematizamos um capítulo do livro “Metamorfoses florestais: culturas, ecologias e as transformações históricas da Mata Atlântica”, insigne obra organizada por Diogo de Carvalho Cabral e Ana Goulart Bustamante. O capítulo em ressalva analisa os progressos da Mata Atlântica na última década no domínio do regresso da histórica trajetória de degradação e alguns dos desafios que ainda devem ser enfrentados. Felizmente, a tendência da década discutida não condisse com a dos anos 2015 e 2016, que segundo os dados do Atlas da Mata Atlântica indicam uma reversão na tendência de queda do desmatamento que havia sendo registrada.
            Destarte, discutimos, brevemente, os dados que foram produto das nossas pesquisas de campo.

Ficou interessad@? Acesse o  projeto na íntegra clicando no link abaixo:

·         Confira o elaborado documentário que integra o nosso projeto:
        https://youtu.be/WDcPZFjm7Jw

Foto devidamente autorizada da nossa turma juntamente com o professor Dr. Joel Pereira Felipe

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

POR QUE UTILIZAR O BLOG ACADÊMICO COMO DIÁRIO DE BORDO?



Questão sabiamente elucidada pelo professor Dr. Joel Pereira Felipe da nossa Universidade. Mencionarei abaixo, alguns dos principais motivos para utilizarmos o Blog acadêmico conforme nos apresentou o professor em seu texto “Blog e Diário de Bordo no meio acadêmico: como e porquê fazê-los?” de dezembro de 2017.

·         O que são Diários de Bordo?
São registros manuais de pesquisas de campo, se revelavam de caráter pessoal e uma memória de estudos cuja privacidade era rompida, no máximo, quando da apresentação de relatos com os professores. Na atualidade os registros pessoais cotidianos podem se transformar em uma janela para o mundo, com qualidade e riqueza incomensurável, quando publicizados em ambiente de um diário eletrônico na WEB.

·         Por que nós, estudantes da UFSB, utilizamos um Blog Acadêmico?
O incentivo à criação dos blogs acadêmicos individuais vem, além do seu papel na sustentação dinâmica da Comunidade de Aprendizagem, do interesse de divulgação do interessante material criado dentro da Universidade. Trata-se de uma oportunidade de se incentivar que o desenvolvimento dos Componentes Curriculares extrapole as aulas teóricas em espaços fechados, de publicizar os debates e reflexões ocorridos entre os estudantes e docentes, e de que os processos e produtos possam ser compartilhados com toda a comunidade acadêmica e extra acadêmica, ampliando a experiência educativa realizada em sala de aula.
É ainda uma possibilidade de expressão dos estudantes fora do horário e dos limites da sala de aula, superando a timidez ou a falta de tempo que impede a participação de todos nos vários temas trabalhados.
A possibilidade de uso dos recursos multimídia (textos, vídeos, imagens) pelos estudantes blogueiros amplia o seu interesse pelos temas discutidos no CC e trazem mais referências descobertas por eles, além daquelas já disponibilizadas em sala de aula pelos docentes. 

·         Quais as vantagens de utilizar um Blog como Diário de Bordo?
Ø  Documenta o seu trabalho: o diário de bordo é um dos testemunhos das atividades que foram desenvolvidas;
Ø  Organiza as suas reflexões pessoais sobre as iniciativas, sobre o seu trabalho;
Ø  Ajuda a fazer a autoavaliação ao longo do desenvolvimento do projeto;
Ø  Promove hábitos de reflexão crítica e de escrita;

Ø  Dá ao docente uma perspectiva do trabalho que desenvolve, da sua aprendizagem, torna-o um bom instrumento de avaliação.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Biblioteca VIRTUAL


Que tal ter acesso a toda bibliografia do nosso componente curricular Universidade, Desenvolvimento Regional e Nacional? Pois bem, resolvi criar uma biblioteca virtual na qual irei compartilhar todas as obras por nós estudadas. Abaixo vocês terão acesso a todo assunto, em ordem cronológica, trabalhado em classe.


  BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR


·         ANDERSON, Perry. Balanço do neoliberalismo. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.) Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995, p. 9-23. Disponível em: paje.fe.usp.br/~mbarbosa/cursograd/anderson.doc . Acesso em: Jan/2015.

·         MONTIBELLER-FILHO, G. Crescimento econômico e sustentabilidade. Sociedade & Natureza, Uberlândia, v.19, n.1, p. 81-89, jun. 2007. Diponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/9343/5723

·         SANTOS, Milton. O retorno do território. In: OSAL: Observatorio Social de América Latina.  Ano 6, n. 16 (jun.2005- ). Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível em: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/osal/osal16/D16Santos.pdf  Acesso: 02 Jan 2018.

·         SOARES JR, Jair; QUINTELLA, Rogério H. Development: an analysis of concepts, measurement and indicators. In: Revista de administração brasileira, Curitiba, vol. 5, no 2 abr/jun 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1807-76922008000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en

·         WWF-Brasil. Cartilha para o Consumidor Responsável: dicas práticas para você colaborar com o meio ambiente no seu dia a dia. 2014. 16 p. Disponível em: https://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/downloads/cartilha_para_o_consumidor_responsavel___wwf_brasil_1.pdf
  
    DOCUMENTÁRIOS

· “Pensando com Celso Furtado” - https://www.youtube.com/watch?v=oAC7MT3nKgU
·“Josué de Castro – Cidadão do Mundo” - https://www.youtube.com/watch?v=fQrwW1sjHyI
·  “Um sonho intenso” - https://www.youtube.com/watch?v=2JwOKMup2rw 
· “A história das coisas” - https://www.youtube.com/watch?v=7qFiGMSnNjw 
·“Obsolescência programada”- https://www.youtube.com/watch?v=H7EUyuNNaCU&t=2514s  

   ·  Aula 02: Relação entre desenvolvimento regional/local e o papel da universidade
·         Bibliografia da aula:
·         DOWBOR, L. Educação e Desenvolvimento Local. Disponível em: http://dowbor.org/2006/04/educacao-e-desenvolvimento-local-doc.html/
·         FLECK, C. A tríade ensino-pesquisa-extensão. Disponível em: http://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/viewFile/518/265

·         Aula 03: Desenvolvimento na região Nordeste
·         Bibliografia da aula:
· ARAÚJO, Tania Bacelar. "Nordeste: desenvolvimento e perspectiva" IN: GUIMARÃES, P.F.; AGUIAR, R.A.; et al (ORGS). Um olhar territorial para o desenvolvimento: Nordeste. Rio de Janeiro: BNDES, 2014. p- 514-560. Disponível em https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/handle/1408/3013. Acesso em 30/01/2018

·         Aula 04_Problematizando o conceito de desenvolvimento
·         Bibliografia da aula:
· FURTADO, Celso. ”A profecia do colapso” In: O Mito do Desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro, Paz e Terra. Disponível em: https://slidebr.com/queue/livro-o-mito-do-desenvolvimento-economico-celso-furtado_59ee7d3bd64ab2bd201b78cc_pdf?queue_id=5a498732d64ab2afbf36f6e3

·         Aula 05_Desenvolvimento, gestão e governança regional
·         Bibliografia da aula:
·      O Desenvolvimento dos Territórios do Baixo Sul e do Litoral Sul da Bahia: a Rota da Sustentabilidade, Perspectivas e Vicissitudes Amílcar Baiardi Francisco Teixeira. 2010 Disponível em: http://www.observatorio.ufba.br/arquivos/desenvolvimento.pdf


Volta Às Aulas 2018


            Depois de ter tentado ficar de férias, estou de volta. As férias da nossa universidade foram antes do final do quadrimestre, ou seja, trabalhamos muito no período que, supostamente, seria destinado ao ócio. A despeito de tudo, todo esforço sempre vale a pena. No componente curricular Universidade, Desenvolvimento Regional e Nacional, todo o esforço resultou na concretização de um íntegro trabalho de conclusão do componente. Fiz, juntamente com o meu grupo, um projeto intitulado “Elo de Esperança: preservar e restaurar a Mata Atlântica” sobre o tema “Preservação das áreas naturais: bioma Mata Atlântica”. O projeto é composto por uma pesquisa de campo, por uma intervenção após a pesquisa e por um documentário fundamentado no projeto escrito e na pesquisa feita com as pessoas. Após a avaliação docente irei divulgar o projeto, juntamente com o documentário, para que possamos levar a diante um pouquinho do nosso trabalho. Afinal, é preciso romper as paredes do mundo acadêmico. Aguardem as próximas publicações!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

AULA 06 - COMPREENDENDO A REGIÃO SUL DA BAHIA: PROBLEMAS E POTENCIALIDADES

·         Nesta aula compreendemos e debatemos as questões relativas ao desenvolvimento regional que estão presentes na região sul da Bahia. Da mesma maneira, apresentamos a nossa atividade, que foi um fichamento, feito com base na leitura do texto: BAIARDI E TEIXEIRA- Desenvolvimento SUL e Baixo Sul BAHIA - DIAGNOSE.PROGNOSE. Eu, juntamente com o meu grupo, elaborei slides, referentes às páginas 6 a 9 do texto lido, com os tópicos do nosso fichamento para apresentação e discussão no decorrer da aula. 




·     Apresentamos os nossos slides em uma leitura coletiva na qual a sala foi divida em grupos que ficaram responsáveis por estudar fragmentos distintos do texto e explanarem a fim de que todos obtivessem uma visão geral de toda a obra. 
·      O texto é um relatório que apresenta o resultado final dos serviços de consultoria contratado pelo Instituto Arapyaú, que tiveram como objetivo a “elaboração de um documento que contextualize e aprofunde o conhecimento sobre as vocações, potencialidades e oportunidades de desenvolvimento do Sul da Bahia”, tendo em vista servir de “subsídio para um debate em direção a um plano de desenvolvimento sustentável para essa região”. Para efeitos deste trabalho, o Sul da Bahia é composto pelos Territórios de Identidade do Litoral Sul e do Baixo Sul. O texto visa servir de subsídio para que se estabeleça um debate a respeito de um projeto de desenvolvimento sustentável (BAIARDI E TEIXEIRA- Desenvolvimento SUL e Baixo Sul BAHIA - DIAGNOSE.PROGNOSE, p. 4, grifo meu)





sábado, 11 de novembro de 2017

AULA 05 - UNIVERSIDADE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E NACIONAL: DESENVOLVIMENTO, GESTÃO E GOVERNANÇA REGIONAL

   Nesta aula tivemos uma palestra seguida de debate sobre o tema: “Desenvolvimento, gestão e governança regional: a criação da Região Metropolitana do Sul da Bahia”. O palestrante foi o Luciano Rodrigues Veiga, coordenador executivo da AMURC – Associação dos Municípios da Região Cacaueira, do Consórcio Litoral Sul e Presidente do Comitê de Bacias Hidrográficas do Leste. Além disso, membro do CES – Conselho Estratégico Social da UFSB.
Pré-palestra:
Ø  Como preparação para a palestra, assisti a um curto vídeo que traz entrevistas com especialistas, acadêmicos e cidadãos de Norte a Sul do país e conta um pouco do histórico de criação das regiões metropolitanas brasileiras, passando por marcos como a constituição de 1988 e o Estatuto das Metrópoles. O recurso áudio visual, “Um olhar sobre as Regiões Metropolitanas no Brasil” recupera o debate sobre as dificuldades e os desafios de gestão nos municípios e fomenta a necessidade do envolvimento da população com o tema, estimulando a descoberta e o uso de indicadores e dados socioeconômicos como uma ferramenta de cobrança ao poder público e transformação social. Disponível em: https://youtu.be/Z1_X6qsX-rgLi também o pequeno artigo "Observatório das Metrópoles" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia IPPUR/UFRJ/CNPQ/FAPERJ. Disponível em: http://www.observatoriodasmetropoles.net/download/observatorio_RMs2010.pdf
  ➥Palestra:
À direita Luciano Rodrigues Veiga, coordenador executivo da AMURC, e à esquerda o professor Dr Joel Pereira Felipe
Palestra sendo transmitida metapresencialmente

Luciano Rodrigues Veiga
Ø Compreendi que a metropolização, de forma sucinta, é uma forma de urbanizar. Esta ocorre quando vários centros ou aglomerações populacionais crescem e se integram em torno de uma ou mais áreas urbanas. Da mesma maneira, quando uma cidade possui um elevado crescimento urbano, a ponto de integrar outras cidades e estabelecer em torno de si uma centralidade econômica, atraindo pessoas, capitais e investimentos.
Ø  Maior desafio da metropolização: construir uma gestão compartilhada. Afinal, não se consolida uma gestão íntegra sem a participação análoga de todos.
Ø No decorrer da palestra foram apresentadas, discutidas e elucidadas algumas propostas cartográficas da Região Metropolitana do Sul da Bahia.
Ø Pleiteou-se também no que diz respeito à importância do papel da universidade como colaboradora e construtora da consciência cidadã da população e, sobretudo a que habita o Sul baiano. Tal população atua como mencionou o Veiga, exigindo informações a cerca das modificações que estão sendo propostas e feitas no seu território. Dessa maneira, não será pega de surpresa a todo o momento e estará conscientemente informada sobre o ambiente em que ela está inserida.

AULA 04 - UNIVERSIDADE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E NACIONAL: PROBLEMATIZANDO O CONCEITO DE DESENVOLVIMENTO - CELSO FURTADO

Para esta aula me preparei estudando a respeito do economista brasileiro, um dos mais destacados intelectuais do país ao longo do século XX, Celso Furtado, e das suas asserções sobre o desenvolvimento econômico.


    ➥ Material da aula:

Ø  Livro: FURTADO, Celso. ”A profecia do colapso” In: O Mito do Desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
v  Minhas asserções: Com base nas leituras, compreendi que o mito das ciências sociais, frequentemente reverberado, acredita que o desenvolvimento tal qual vem sendo praticado pelos países que lideraram a revolução industrial, pode ser universalizado. Mais precisamente: pretende-se que os padrões de consumo da minoria da humanidade, que atualmente vive nos países altamente industrializados, sejam acessíveis às grandes massas da população dos países em desenvolvimento. Outrossim, com a busca excessiva pelo desenvolvimento pouca atenção foi dada aos seus impactos culturais. As grandes metrópoles modernas, com seu ar irrespirável, crescente criminalidade, deterioração dos serviços públicos, fuga da juventude na anticultura, surgiram como um pesadelo no sonho progresso linear [...] (FURTADO, 1996, p. 08 e 09, grifo meu).

Ø  Documentário: proveniente de um projeto que é uma parceria da TV E-Paraná com a Escola Nacional Florestan Fernandes e a Fundação Darcy Ribeiro, com apoio do Ministério da Cultura. Projeto este que objetiva a difusão massiva do conhecimento a cerca de pensadores brasileiros, já mortos, que marcaram o século XX. O pensador da vez foi o douto Paraibano, Celso Furtado.

Ø  Vídeo: pequena ilustração áudio visual que exibe, de forma comparativa, os níveis do consumo mundial. Da mesma maneira, o vídeo trata a respeito do desencadeamento do consumismo e da persuasão, a que somos submetidos todos os dias, pelas inúmeras propagandas que nos circunscrevem.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Aula 03 - Universidade Desenvolvimento Regional e Nacional: Desenvolvimento na região Nordeste

        Em primeiro plano, discutimos a respeito desenvolvimento regional do Nordeste do Brasil. Segue abaixo os respaldos das nossas discussões:

    · Artigo: “Nordeste, Desenvolvimento Recente e Perspectivas” da ilustre economista e professora brasileira, Tânia Bacelar. O trabalho aborda as mudanças mais relevantes na trajetória do desenvolvimento do Nordeste do Brasil, analisando tendências dos anos iniciais do século XXI e situando-as no contexto das transformações em curso no país. Da mesma maneira, dá-se ênfase aos impactos das políticas nacionais na conjuntura discutida. Por fim, discorre-se a cerca das futuras perspectivas e desafios para o desenvolvimento nordestino. 

 · Palestra: proferida pela economista e professora da Universidade Federal de Pernambuco, Tânia Bacelar, que abordou o tema "Desenvolvimento Regional Brasileiro Recente", amplamente comtemplado em seu artigo, que fora sugerido, apresentando uma análise do desenvolvimento regional brasileiro, focando heranças e tendências recentes. Igualmente, fez uma apresentação das políticas públicas versus desenvolvimento regional, bem como perspectivas e preocupações.  
(    Disponível em: https://youtu.be/QkcvAKgLfd0).

        ·  Documentário:No Rio e no Mar”, dos diretores Jan Willem Den Bok e Floor Koomen, que mostra a luta enfrentada pela comunidade pesqueira e quilombola de Ilha de Maré, na Bahia, contra a Petrobras e outros grandes empreendimentos petroquímicos que ameaçam a pesca artesanal e o modo de vida dessas populações. Lançado em 2016, o documentário recebeu menção honrosa na 18ª edição do Festival de Cinema Movies that Matter, em março do mesmo ano. 
     (Disponível em: https://youtu.be/XpeSNi1gJmA).

         Em segundo plano, e já no desfecho da aula, foram propostas as tarefas a serem realizadas. Eu fiquei com a tarefa de interpretação e contextualização de dados gráficos. Segue logo abaixo a tarefa por mim feita:



sábado, 28 de outubro de 2017

Aula 02 - Universidade Desenvolvimento Regional e Nacional: Relação entre desenvolvimento regional/local e o papel da universidade

   Inicialmente foi feita uma sondagem sobre os conceitos relacionados ao  desenvolvimento regional; crescimento e desenvolvimento; neoliberalismo, globalização, entre outros. Posteriormente discutimos as relações entre desenvolvimento, escolarização e renda. Outrossim, nos foi apresentado alguns sites para aferirmos indicadores municipais, estaduais e nacionais. Conheça os websites utilizados:
           · Nexo jornal: apresenta dados de todos os municípios brasileiros e um quiz para que você saber como estão os seus conhecimentos a cerca de determinado município: 
           · Atlas do Desenvolvimento Humano: compila e disponibiliza para consulta os dados dos perfis das localidades brasileiras:
          Destarte, foram propostas algumas leituras:
➤ Leitura básica:
DOWBOR, L. Educação e Desenvolvimento Local. 
Disponível em: http://dowbor.org/2006/04/educacao-e-desenvolvimento-local-doc.html/
➤ Leitura complementar:
FLECK, C. A tríade ensino-pesquisa-extensão. 
Disponível em: http://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/viewFile/518/265

Conhecendo um pouco do componente: Universidade, Desenvolvimento Regional e Nacional

Ementa:
 ·  Conhecer criticamente teorias e perspectivas dos conceitos de Desenvolvimento Humano e Social, promovendo estudo abrangente das sociedades contemporâneas, na sua diversidade, globalidade e sustentabilidade, identificando suas origens históricas, bem como suas estruturas práticas e simbólicas, contemplando macroprocessos de mudança social, crescimento econômico e desenvolvimento humano, com foco no contexto regional. 

Objetivos Gerais:
 · Discutir os diversos conceitos associados a desenvolvimento e seus impactos nas sociedades. 
 ·  Problematizar o conceito desenvolvimento a luz das demandas socioculturais existentes nas Regiões Sul e Extremo Sul da Bahia. 
 ·  Debater as dimensões do desenvolvimento regional e nacional.
· Analisar o papel das universidades, em geral, e da UFSB, em específico, para o desenvolvimento regional e local. 
 ·  Refletir sobre formas de intervenção nos problemas locais, buscando possibilidades de soluções aos mesmos. 

Módulo 1: Universidade e Desenvolvimento. 
 ·  Discutir o papel da universidade e suas contribuições em relação ao desenvolvimento local e regional. 
 ·  Discutir e compreender as diferentes concepções de desenvolvimento e seus impactos na formulação de políticas setoriais. 

Módulo 2: Sociedade, Mercado, Estado
·  Debater os pressupostos teórico sobre desenvolvimento no Brasil 
· Discutir sobre a relação entre Estado, Sociedade e Mercado no que tange o desenvolvimento regional e nacional. 

Módulo 3: Comunidade, Políticas Públicas e Mobilização Social 
 ·  Identificar os conflitos locais e regionais que tangem o desenvolvimento (ex.: conflitos agrá- rios, conflitos com as comunidades indígenas, agricultura familiar, dentre outros).
 ·  Colaborar como o debate sobre desenvolvimento regional, a partir do levantamento dos conflitos e possibilidade de construção de propostas ao desenvolvimento local e regional. 
 ·  Debater com a sociedade regional a noção de desenvolvimento, políticas públicas e mobilização social